segunda-feira, 26 de outubro de 2009

trace("Nacionalismo Gamer")

Igual D para todos.

Horas bolotas, como prometido, vou trocar um pouco de assunto. E já que meu caro colega de postagem Japonês (esse NÃO É o nome dele) comentou meu (pen)último post, vou falar hoje da rixa constante que nós gamers temos com nós mesmos (não, não estou falando de dupla personalidade. Nem de bipolaridade.).

Vou comentar sobre o meu ponto de vista: eu adoro essa rixa. Porque, no final, quem sai ganhando são os gamers que não se importam em comprar um "Nóós", "Estação de jogo 3" ou "Caixa X 360" (caso você pergunte a si mesmo o porque que eu escrevi os nomes dos consoles em português (ou pelo menos ter tentando), é porque eu quis. Igual D). Afinal de contas, nós não compramos (ou pelo menos não deveríamos comprar) um console de video-game só porque achamos "aquela" ou "esta" empresa a mais legal. Nós compramos os consoles porquê queremos comprar jogos BONS, que tenham o NOSSO gosto. Claro que um console específico vai acabar tendo mais jogos de seu interesse, mas isso não (deveria) tem nada a ver com o fato de acharem o logo da empresa bonitinho.

Bem, esse pequeno parágrafo conta de forma resumida o meu ponto de vista. Mas agora eu vou tentar redigir no mínimo de linhas o possível o que as pessoas acabaram rotulando sobre os "istas" dos games:
(Vale lembrar que eu coloquei um leve tom comico... ou não. Igual D ("=D", para quem ainda não caiu a ficha)).

NINTENDISTAS
3 - 10 anos.

Descrição: A maior parte está aprendendo a balbuciar o alfabeto. Adoram telas coloridas com desenhos engraçados. Também gostam de quebra-cabeças, mas acima de 16 peças começa a doer a cabeça.

Melhores Games: Qualquer um com resolução de 32 cores. Preferencialmente, aqueles que possam ser jogados por mais de 2 jogadores e tenha "party" no nome.

Piores Games: Nada de eixo Z. Polígonos só complicam a vida das pessoas.

Melhor controle de video-game: Setinhas. E dois botões. Botão "start" é opcional.

SONYSTAS
30 - 40 anos. Virgens.

Descrição: Tem barba. E são virgens.

Melhores Games: Gráficos agressivos e bastante polígonos.

Piores Games: Aqueles que não tenham os respectivos itens:
  • Gráficos agressivos.
  • Bastante polígonos.
Melhor controle de video-game: Aquele que de melhor suporte aos respectivos itens:
  • Gráficos agressivos.
  • Bastante polígonos.
O controle também tem que ter mais de 22 botões. Botões "Start", "Select", "Home", "TURBO 1", "TURBO 2", "LEFT TURBO", "NITRO", "NITRO TURBO" e "TURN OFF YOUR CONTROLLER" são obrigatórios.

XBOXISTAS (e MICROSOFTISTAS)
30 - 40 anos. Gordos.

Descrição: São gordinhos com óculos que sentam em frente ao computador (com uma GeForce GTX 300) para (tentar) paquerar garotas nas salas de bate-papo. (Quando) não conseguem, ficam jogando Crysis com os gráficos no máximo. Na verdade, só compraram o XBOX 360 porque é da Microsoft. E Microsoft "RULLEZ OMG WTF LOLOLOLOLOLOLOL" (gíria muito comum no universo Microsoft).

Melhores Games: Tem que ter chat online. E garotas. Mas nunca tem garotas.

Piores Games: Aqueles que não tenham o logo da Microsoft no começo. Porque Microsoft "RULLEZ OMG WTF LOLOLOLOLOLOLOL".

Controles: Sem controles. Use o teclado.

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Well, well... Veja que eu tentei comicuzar (leia-se: "deixar mais comico") (sim, eu inventei esse verbo) (sim, ele tem duplo sentido) todos os "istas" de maneira parcial. Se você se sentiu mais prejudicado porque um "ista" foi mais comicuzado que outro, então é melhor você deixar de ser um "ista". Afinal de contas, não vale a pena sacrificar a liberdade Gamer para ficar de plantão jogando apenas os jogos da empresa que você acha mais legal. Jogue os jogos das outras! Tente chamar os amigos para jogar uma partida de "Mario Party". Ou faça o contrário: alugue "Gears of War 2" e aprenda a jogar a maneira "hardcore". Ou tente passar sem ser percebido por ninguém em Metal Gear Solid 4.

Liberdade de jogo é bem melhor que defender uma empresa sem um motivo razoável. A menos que a Nintendo / Sony / Microsoft tenha salvado a sua vida, você não precisa ficar defendendo ninguém. Só jogue os jogos que você queira jogar, sem criticar.

Viva a liberdade Gamer. E a sociedade alternativa.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

trace("Imaginação e Ludologia")

(Aqui nesse post jaz uma dissertação que eu fiz para minha aula de redação, que tinha como objetivo usar o "Siligismo". Como eu sou muito pomposo e divertido, eu terminei minha redação e reescrevi ela no blog. Espero que gostem! =] (eu usei alguns termos e metáforas já utilizadas nesse blog para fazer a redação. Mas a professora não sabe... >.> ... <.< ...)
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Já dizia Albert Einstein: "Imaginação é mais importante que inteligência". Porque isso? Bom, em uma tentativa (fraca) de analogia, eu poderia dizer que a inteligência é a qualidade em que o mapa vai ser desenhado, e a imaginação é até aonde esse mapa vai mostrar. O mapa a ser desenhado, bem, condiz a qualquer assunto, ou tema, ou qualquer coisa que precise de um QI maior que o de um mosquito. Ou de uma capivara.

É por isso que nos diferenciamos dos animais. Possuímos a exclusiva habilidade de "pensar fora da caixa". Enquanto as capivaras, dia após dia, roem suas nutritivas espigas de milho, sem nunca tentar alterar a rotina, nós, seres humanos, sempre buscamos a melhor maneira de sobreviver usando nossa capacidade inventiva.

Perceba, caro leitor(a), que desde quando éramos pequenos ignorantes ávidos por conhecimento, exercitávamos nossa imaginação através de jogos e brincadeiras. Seja no pique-esconde, pega-pega ou polícia e ladrão, tentávamos explorar as nossas capacidades de sobrevivência em ambientes diversos. Claro, as habilidades físicas treinadas nessas "simples brincadeiras" poderiam ser mais usadas em nosso cotidiano se tivéssemos que correr ou se esconder de predadores, como tigres ou capivaras (felizmente, para nós, a capivara é bum animal herbívoro e pacífico). Mas a imaginação que esses jogos se apropriam para usar, como "táticas de jogo", ou simplesmente na metáfora visual de um time de "policiais" e outro de "ladrões", serve de base para a evolução da imaginação em nossa massa cinzenta.

Aqui é importante denotar a importância de jogos eletrônicos, ou jogos de RPG de mesa (RPG é sigla de "Role Playing Game", ou "Jogo de interpretação de papéis"). Apesar desses jogos (ou estilos de jogos) sejam motivo para muitas controvérsias envolvendo "jogos violentos", armas e garotos atirando em todo mundo em escolas alemãs (estranho como esses casos acontecem com certa frequência na Alemanha...), são estes mesmos jogos que trazem em suas raízes a mecânica envolvente de um simples jogo de "faz-de-contas", mas com regras concretas para o jogador poder se situar. Os jogos, não importando o tema, o conteúdo, ou o quão abstrato é ("peculiar" é a palavra-chave de jogos como "Katamar Damacy", aonde o jogador controla uma bola que gruda em qualquer coisa do mundo. O objetivo é...bem... grudar em todas as coisas do mundo). Os jogos vão desenvolver o ser humano, pois forçam o raciocínio e a imaginação para que o jogador decifre os diferentes desafios que a mecânica do jogo propõe.

Então, apesar de todo o preconceito envolvendo os jogos como "coisas de criança", estes possuem um papel fundamental no desenvolvimento do ser humano. Desde jogos como "War" (quantas tardes passadas numa praia chuvosa jogando "War" eu passei...), até "Tetris". A mecânica na qual os jogos são construídos pode variar, mas a finalidade é a mesma: fazer o jogador aprender. Analizar um jogo pelo seu aspecto superficial é a melhor maneira de criar preconceitos com relação aos mesmos; preconceito bobo que acaba desvalorizando uma indústria que acompanha a humanidade desde seus primórdios evolutivos. Jogos desenvolvem as pessoas, desde que elas mantenham uma relação "saudável" com eles. Nos casos de "vício", os jogos não devem ser tratados como o problema, mas sim como sintoma.

Os jogos, se desenvolvem com a humanidade num processo recíproco; Nós também nos desenvolvemos com os jogos. Basta pensar nas capivaras: elas não possuem essa exclusividade que nós temos. São presas a rotina diária. Nós não; temos a nossa disposição diferentes ferramentas para nos desenvolvermos mais. Os jogos fazem parte dessas ferramentas. Apesar de muitos não verem dessa maneira, essa é a verdade pura e simples.

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(Acho que minhas postagens estão batendo muito no mesmo assunto. Prometo que semana que vem eu mudo de tema. =D)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

trace("Futuro dos Games");

Me desculpem a falta de linhas para poder me expressar completamente sobre os diversos assuntos que eu queria abordar. Apesar de eu escrever nesse blog, eu ainda sou um estudante, e também tenho que estudar para as provas! T>T

Bem, deixando a chateação de lado, hoje eu gostaria de falar sobre algo que está crescendo de forma absurda na indústria dos games...
A tecnologia!

Sim! A tecnologia! A que usamos no sensor de movimento do Wii-Remote ou no Sinaxis da Sony. A que usamos para poder usufruir de gráficos exuberantes ou físicas perfeitas. Ou a tecnologia que usaremos para ter total ausência de controle e jogar apenas usando o nosso próprio movimento.
Sim.
O Projeto Natal.




Não vou mentir. Quando me deram a notícia do projeto Natal, a primeira coisa que eu pensei foi "Maravilha. Eye Toy 2". Mas uma pesquisada na internet me desvendou um véu de preconceito e me mostrou aonde a tecnologia usada na indústria dos games está sendo direcionada. Se você acha que o Projeto Natal vai ser um fracasso, recomendo pesquisar na internet sobre ele.

Mas esse post não é apenas do Projeto Natal, apesar de ele possuir um papel importante aqui. É sobre o quão rapidamente a indústria de games está desenvolvendo tecnologias de interação.

Em 1978, era o Atari 2600 e sua forma inovadora de se jogar jogos em casa. Em 1996, foi a alavanca analógica do Nintendo 64. Em 2006, foi o sensor de movimento do Wii. E agora estamos falando de usar nossos próprios movimentos numa total ausência de controle para interagir com os jogos (Sonystas de plantão, por favor, não fiquem bravos. Ainda haverá a vez da Sony). Essa evolução foi baseada em acertos e erros, mas sempre andou a favor de uma interação mais eficaz com os jogos.

O Rumble Pak é um exemplo que se aperfeoçoou com os novos consoles a partir de sua invenção no Nintendo 64 (e seu acessório de um quilo e meio que pesava no controle...).




Uma tecnologia que foi primordial para os games foi o direcional analógico (leia-se: setinhas), usados pela primeira vez no nosso carinhosamente apelidade Nintendinho e em seu controle anatomicamente incorreto (haja calo no dedão de tanto pressionar aqueles botões...).




Nota-se aqui que a Nintendo teve grande papel nessas revoluções. Eu não sou nintendista; essa é a mais pura verdade. A Nintendo revolucionou SIM, e continuou sua aprimoração no sensor de movimento do controle do Wii. O que a Microsoft está fazendo agora é pegar a idéia que originou o controle do Wii-Remote (mega-boga interatividade) e aprimorar, a ponto de transgredir o eixo principal de jogabilidade que foi até agora seguido por todas as indústrias de games de todo o mundo: o controle.

Mas será mesmo que a Microsoft está certa? Será que o futuro dos Games está mesmo em video-games sem controle nenhum? Psicologicamente falando, as pessoas se sentem muito mais seguras jogando um game quando tem algo na mão ao que possam apertar e pressionar. É controle é como uma arma. Será que, sem controle nenhum, as pessoas não vão começar a se sentir desconfortáveis?
Ou será que nós vamos ser, no futuro, aqueles pais que gostam de jogar os jogos antigos porque não conseguem se adaptar a nova geração?

Novos gamers surgem a cada instante. E a primeira forma de tecnologia que eles aprendem são a que, provavelmente, mais os vai influenciar. Quando aprendemos e apreendemos uma forma de tecnologia, dificilmente vamos ceder para outra forma. O costume do ser humano é o de ficar estagnado em apenas uma forma enquanto está ainda lhe da prazer. Faz parte de todo ser humano essa façe preguiçosa...

Mas será que é justo NÓS, GAMERS, termos que NOS ADAPTAR aos JOGOS? A tecnologia cresce de uma forma absurda, e nós temos que conviver com isso. Mas e se a tecnologia não acompanhar o passo do ser humano? E se em dado momento tivermos que dar um passo maior que a perna para alcançar o nível que a tecnologia alcançou?

Não, eu não acho que a tecnologia vai criar robôs super-inteligentes que vão se voltar contra seus criadores. Mas eu acredito, e a história prova que é certo, que quando a tecnologia não acompanha o ser humano e vai mais além do que ele pode enxergar, há um longo período de estagnação em todas as formas de mídia relacionadas, até que aconteça uma nova revolução na mídia, para a nova forma ser aceita. Foi assim com as fotografias; Foi assim com o Cinema. É justamente esse perído de estagnação que me preocupa; Quando a tecnologia dos games ultrapassarem o véu de conceito que nós temos em nossas mentes, passaremos a enxerga-los com "preconceitos". Não sei como ou quando isso vai acontecer, mas tenho certeza que o grau de preconceito que já temos com o game hoje em dia, somado com o grau de preconceito que "ganharemos" dessa evolução adiantada, num vai deixar espaço para os games evoluirem em um possivelmente longo período de tempo.

Finalizando o post com uma frase incrivelmente simples porém muito eficaz em momentos de tensão:
"Se ficar o bicho come, se fugir o bicho pega.".

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

trace("RAP");

(Yo)

Uma rápida introdução ao RAP

Significado de RAP: "Rhythm And Poetry". Em português, "Ritmo e Poesia".

Muitas pessoas discordam, mas RAP é um veículo musical extremamente importante. É por meio dele que grupos podem e puderam difundir suas idéias entre o povo. E é por meio das rimas e pelo ritmo pesado e repetitivo que as pessoas fizeram a diferença. Muita informação e pouca melodia.
O batuta que faz as letras e faz a mixagem do som é chamado de MC ("Mestre-de-Cerimônias"), seguido por um apelido, ou seja lá a forma como o MC quer ser chamado ("MC Donald" não vale... pelo menos eu acho =P).
Acompanhando a batida do RAP, são feitas danças com movimentos rápidos e malabarismos corporais. O estilo de dança "break" é um exemplo de dança ligada ao RAP.

Pra finalizar minha breve introdução ao RAP nesse breve post, queria ressaltar que a maior parte das letras de RAP falam da desigualdade social, da pobreza, de crimes, etc...

Mas, como sempre, há exceções. E eu, como um bom leigo querendo ser entendedor de RAP, procurei as mais criativas. Aqui estão citadas alguns dos RAPs e MCs que eu achei:

1 - MC Hawking

Homenageando nosso querido titio da física moderna Stephen Hawking, esse MC buscou no RAP uma forma (um tanto estranha) (e engraçada) de mostrar as pessoas o quanto a ciência moderna é importante. Há muita polêmica quanto a religião envolvendo as letras das músicas, mas apesar de tudo, algumas coisas não deixam de ser verdade.

2 - RAP do LHC

Você nunca conseguiu entender para que raios serve aquele acelerador de partículas contruído na Europa? Você QUER entender? Então ouve só esse RAP super-duper feito pelos próprios físicos do lugar.
Acredite em mim, eu comecei a entender mais de física depois de ouvir esse RAP.

3 - Harry Potter vs Voldemort (!?!)

OK, esse é uma pérola. Uma batalha de RAP entre Harry Potter e Voldemort. Simples assim.


Bem, aqui termino esse post. Não cheguei a falar muito do assunto, e pretendo falar mais sobre ele em um post futuro.


Se um dia eu fizer um RAP, eu posto no blog, não se preocupem. =P

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

input "Quem é você?", identidade$

(DarkBasic de novo =D)

Sem falta, post toda segunda e quinta. Agora eu vou falar sobre...
Você!

Sim! Você, prezado(a) internauta! Sentado(a) tranquilamente em sua cadeira lendo esse post! Enquando eu escrevo(a) (brincadeirinha...), eu vou tentar me colocar no seu lugar. Agora, eu estaria pensando "Mas sobre o que esse cara ai vai falar agora (nesse maravilhoso e mais que supimpa blog)?".

Não é por cansaço e/ou por falta de assunto que eu vou chegar a esse tema. Não... não... muito pelo contrário! É pelo meu maravilhoso bom-humor que estou tentando chegar até vocês, na telinha do seu computador! (Ok, isso ficou MUITO sessão-da-tarde). É batalhando nessa blogosfera que tento atingir o máximo de pessoas o possível. Para que? Para que ocupar uma boa parcela de tempo (acredite, eu demoro para escrever meus posts) escrevendo posts e atualizando meu blog?

PARA VOCÊ!

E AÍ JAZ O MEU MAIOR PROBLEMA!!
EU NÃO SEI QUEM É "VOCÊ"!

Bem, na verdade, eu conheço mais ou menos vocês. Afinal de contas, você esta lendo meu blog. Então vocês devem ter algum interesse em comum comigo. E pensando nisso, eu vou procurar escrever, nesse post, o interesse do meu público-alvo. Definir um objetivo para mim vai ser meio complicado, afinal de contas, eu nem sei quantas pessoas vão ler esse post. Mas eu sei que tem alguém lendo. Então, não se preocupe, caro cidadão/cidadona (?!?). Esse post, é para você!

Porque...?
Provavelmente você está lendo isso para se divertir. Mas eu to levando esse momento-post como uma reflexão; Porque saciar a sede de humanidade comunitária em um vasto plano cibernético (O_O) escrevendo em um blog? Porque essa é a forma mais democrática de todas! Todo mundo fala o que quer, mostra o que quer (opa opa... calme lá), e comenta o que quiser! Todos os meus posts, até agora (e com exceção dos bem primeiros posts), tiveram um tom mais "sério", principalmente porque os temas que eu tento abordar são relativamente complicados (e eu não sou um total leigo nessa área que eu abordo). Então, hoje, eu quero falar sobre seus interesses!

JOGAR GAMES! Quem sabe, algum dia, não CRIAR UM GAME??
SABER COMO OS GAMES FUNCIONAM!
DESCOBRIR COMO A ARTE PODE INFLUENCIAR AS PESSOAS!
ARRANJAR UMA NAMORADA! (Tá bem, esse é um interesse pessoal...T>T)

Tudo está incluso no cérebro não só de um Nerd, mas de qualquer pessoa! Vocês Nós, mortais, sempre queremos descobrir mais e mais sobre as coisas que nos rodeiam! E games sempre fizeram parte de nossas vidas. Mãe-da-rua, jogo da velha, Pokemon, Pic-esconde, pega-pega... tudo isso fez/faz parte do nosso cotidiano.

E a arte?
Estou torcendo do fundo do meu peito que você(s) não esteja pensando "NÃÃÃO PELO AMOR DE DEUS NÃO FALA DE NOVO NISSOOOO!!"! Principalmente porque esse assunto é de extrema relevância para o blog!
Porque se a safada da arte não tivesse se metido no meio, eu provavelmente falaria algo como "Aaaah, games são sem importância. Melhor fazer um blog sobre pinturas pós-renascentistas". Mas NÃO!! Eu estou aqui falando para vocês que games são TÃO IMPORTANTES como pinturas pós-renascentistas! Esse pensamento pode ser muito estranho, principalmente para quem está acostumado a subestimar os games. Mas desde que estes se proliferaram na mídia eletrônica, a importância deles na sociedade ficou evidente! NÓS TEMOS QUE SER RESPONSÁVEIS COM ELES! Como diria o Tio Ben ao famigerado Homem-Aranha... Grandes poderes vem com grandes responsabilidades. (ou algo parecido...).

Então, é isso. Tentei tornar o mais razoável o possível o motivo da minha existência de eu escrever nesse blog, e o motivo de vocês estarem aqui. Não pretendo colocar um contador de visitas no blog. Nem pretendo moderar comentários por aqui. Porque eu confio nos meus leitores.
Vocês!
=D

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

trace("Machinima")

Definição de Machinima (de acordo com a boa e (não tão) velha Wikipedia): Machinima, termo criado a partir das palavras da língua inglesa machine (máquina) e animation (animação), é tanto uma coleção de técnicas de produção associadas quanto um gênero fílmico, ou filme criado por tais técnicas de produção.

Mais especificamente, "machinimas" são verdadeiras curta ou longa-metragens que são "filmadas" usando (geralmente) de engines de jogos. Isso praticamente não tem limites. Pode ser um filme ou um seriado. Pode ser comédia ou ação. Não importa.
"Mas como raios eu vou pegar a engine de um jogo e fazer um filme?"
Simples. Quer um exemplo? Começe a jogar um jogo, como Counter-Strike. Há quatro pessoas num jogo em Lan: 3 vão ser os "atores", o outro vai ser o "câmera". Sabe aquela coisa no Counter-Strike quando você morre, de poder ver a fase inteira livremente usando no "ghost"? Então... agora é só preparar um programa (há vários disponíveis para download) para que, ao pressionar um botão, você começe a gravar em video o que está na tela. Os outros 3 participantes, os atores, vão fazer seja lá o que for que esteja no roteiro, enquanto o quarto integrante vai filmar tudo no modo "ghost".
E isso é só uma maneira de fazer. Você também pode criar um filme usando o World Editor do Warcraft III, ou filmando apenas você jogando e editar o filme para por sua voz no fundo (como se você fosse o personagem falando).

Aqui eu vou por meus vídeos prediletos feitos em Machinima. Espero que voces gostem!

1- Freeman's Mind - Seriado




Um dos melhores. E só foi preciso um programa para gravar o que está na tela e o jogo Half-Life. O seriado de 20 e poucos episódios se passa no começo do jogo Half-Life, sendo que o protagonista é o próprio Freeman. Simplesmente hilário.

2 - Arbie 'n' the Chief - Seriado



Este é um ótimo exemplo de Machinima que não utiliza da engine de um jogo. Apesar de usar dos personagens de Halo... bem... na verdade, ele usa os bonequinhos dos personagens do Halo. De tão estranho que é chega a ser expremamente engraçado.

3 - Counter-Strike for Kids - Curta-metragem



Meu exemplo foi retirado deste machinima. Com os mod's certos, qualquer criança pode jogar Counter-Strike!

4 - Red vs Blue - Seriado



Este sim, é o perfeito sinônimo de seriado. Têm até box das temporadas para vender na internet! Já faz um tempo que esse machinima foi criado, e mesmo assim ele ainda é um dos melhores que há.

Bem... esse foi um post um tanto rápido sobre Machinimas. Se você quer ver ou saber mais, acesse o site Machinima.com , e assista alguns de seus vários videos.
Machinima = Sétima Arte + Games. Não podia ser melhor. =]

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

trace("Vício");

Chegou um tema complicado para discussão (ou reflexão, se ninguém comentar o post =P);
O Vício nos Games.

Primeiro, o "prólogo" do post; eu tive a idéia de escreve-lo ao entrar nesse respectivo post desse blog:
http://www.mundogump.com.br/top-5-das-drogas-bizarras/. Uma leve pesquisa no google de uma curiosidade engraçada fez eu ler um post que foi muito discutido; não sobre o tema das "drogas bizarras" (apesar que, de fato, elas SÃO bizarras), mas sim sobre o "simples" consumo de drogas.
Não quero me posicionar a favor ou contra as drogas; este não é o objetivo desse blog. O objetivo dele é falar sobre a A Arte, e principalmente a relação desta com o mundo lúdico (leia-se: Games). E o vício nos games é, senão a principal, uma das maiores críticas com relação a estes. É importante falar disso, se quisermos entender um pouco mais os games.

A definição de vício é, de acordo com o site Wikipedia (muitos a consideram uma fonte "desconfiável", mas minha pesquisa em dicionários resultou em coisas parecidas; a definição dada pela Wikipedia me pareceu mais completa):
- "Vício (do latim "vitium", que significa "falha ou defeito") é um hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo ao viciado e aos que com ele convivem. O termo também é utilizado de forma amena, muitas vezes deixando um índice de sua acepção completa."

Isso já completa bastante o que eu quero dizer: Viciados são aqueles que tem a dependência no consumo de algo; o efeito colateral disso é a constante necessidade de consumir aquilo, ansiedade, agressividade, e etc... Isso não com algo em específico, mas com tudo que pode se tornar "viciante".
E TUDO pode se tornar viciante.

O Vício em games é a constante necessidade de jogar games. Simples assim? Não. Muito mais complexo. Tentarei usar informações confiáveis através de uma série de pesquisas que fiz, mas o melhor a fazer é cada um pesquisar por si. Quanto mais gente informada, melhor.

Quando é que o ato de jogar Games não é mais saudável? Melhor ainda, quando que o ato de jogar games é saudável?
Essa última pergunta eu já respondi em posts anteriores, mas vou reafirmar aqui: os games servem para ensinar. Não é a roupagem do jogo que vai defini-lo, e sim o conteúdo do mesmo. Estudos comprovam que jogar Tetris faz bem para o cérebro; não só Tetris, mas TODOS OS JOGOS vão estimular o cérebro. Em uma área ou em outra. Os jogos podem desenvolver o aspecto social dos jogadores (Second Life), podem aguçar os reflexos (Counter-Strike), podem estimular o raciocínio lógico (Monkey Island).
O jogo começa a fazer mal quando este se torna uma necessidade fisiológica; caso você não jogue, você passará mal. Assim, começa um processo de distorção do mundo do jogo para o mundo real. Ai surge os problemas de atenção e o isolamento social.

Agora, creio que chega a parte mais importante desse post: O problema está nos games?
Não. Claro que não. Os jogos são extremamente antigos; provem da época em que "brincavamos" de lutinhas entre nós mesmos para treinarmos nossos instintos de sobrevivência quando um predador de verdade viesse. Os jogos, ressalto novamente, ensinam. E são, entre todas as formas de mídia, a que mais se conecta com o espectador; o que gera, positivamente, a imersão do espectador, e maior linha e possibilidade de aprendizado.
Porém, qualquer coisa, em excesso, não é saudável. Assistir TV em excesso não é saudável. Comer em excesso não é sáudavel. Dormir em excesso não é saudável. A solução está no equilíbrio; na responsabilidade que o jogador tem para com ele mesmo e para com os games. Jogar é bom e faz bem; mas em excesso, prejudica, como qualquer outra coisa.

Eu apoio grandemente os games; acho que o entendimento deles e a inserção deles na sociedade como uma forma de mídia responsável é fundamental para o desenvolvimento de vários aspectos da humanidade; afinal de contas, os jogos nos acompanham desde que o ser humano se da por gente, e desde então tem se desenvolvendo junto com a sociedade. Mas a responsabilidade de jogador para com os games existe; e o maior apoio que podemos dar é termos uma relação saudável com os games. A tentação de jogar games o dia inteiro é grande, justamente pelo fato de os games serem uma forma das pessoas se conectarem a um mundo sem punições que reflitam na realidade, e aonde o aprendizado é rápido e diferenciado. Essa sensação de aprender rapidamente nos agrada. Mas em excesso, isso pode trazer graves consequências.

A última coisa que quero colocar nesse post, caros leitores, é sobre um jogo que eu jogo desde há muito tempo. É um jogo meio complicado, aonde o nível de dificuldade se adapta exatamente ao nível do jogador, o que o torna extremamente desafiador. Viciar nele é algo praticamente certo.
Este jogo se chama VIDA.
Este, sim, é o único jogo em que vale a pena se viciar. Não desistam dele.


Alguns links que visitei:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=34637&op=all
http://games.terra.com.br/interna/0,,OI1529321-EI1702,00.html
http://www.vicioemjogos.blogspot.com/